segunda-feira, 5 de agosto de 2019

José Priante e mais 10: Confira quem são os 11 deputados que mais faltaram em 2019

Os deputados podem perder o mandato caso faltem a mais de 1/3 das sessões realizadas no ano sem apresentar justificativas
Foto/divulgação: Saulo Cruz / Câmara dos Deputados

Levantamento realizado pelo Congresso em Foco em parceria com o Instituto OPS revela que 11 deputados federais faltaram a mais de 33% das 86 sessões plenárias realizadas na Câmara no primeiro semestre deste ano. São parlamentares veteranos de seis partidos diferentes que respondem por quase 10% de todas as faltas registradas pelos 513 deputados neste início de mandato. Veja quem são abaixo.
O excesso de falta pode levar à cassação do mandato, caso essas ausências não sejam justificadas. A Constituição prevê que perderá o mandato o parlamentar que “deixar de comparecer, em cada sessão legislativa, à terça parte das sessões ordinárias da Casa a que pertencer, salvo licença ou missão por esta autorizada”.

A abertura do processo que pode levar à cassação é determinada pela Mesa Diretora, por meio de ofício ou mediante provocação de qualquer um de seus integrantes ou de partido político representado no Congresso, com direito à ampla defesa. Até hoje, apenas dois deputados foram cassados por excesso de faltas: o paulista Felipe Cheidde e o mineiro Mário Bouchardet, em 1989.

Confira a lista dos mais ausentes, em ordem decrescente de faltas:

1) Paulo Freire Costa (PL-SP)
Em seu segundo mandato como deputado federal, Paulo Freire Costa é pastor e ministro do Evangelho ligado a Assembleia de Deus, além de filho do pastor José Wellington Bezerra da Costa. É um dos integrantes da bancada BBB (bala, bíblia e boi). Juntas, as três alas somam 300 deputados. Procurada, sua assessoria não retornou até a publicação da reportagem. 
Total de faltas: 47.
Faltas justificadas: 45.
Percentual: 54,65% de ausência.
2) Vinícius Gurgel (PL-AP)
Empresário e contabilista, Vinícius Gurgel está em seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal. É investigado no Supremo Tribunal Federal por crimes contra a ordem tributária. Aliado do ex-deputado Eduardo Cunha, Gurgel tentou barrar o processo de cassação do emedebista no Conselho de Ética na Câmara dos Deputados apresentando assinatura falsa. Procurada, sua assessoria não retornou até a publicação da reportagem.
Total de faltas: 40.
Faltas justificadas: 33.
Percentual: 46,51% de ausência.
3) Assis Carvalho (PT-PI)
Assis Carvalho é ex-secretário de Saúde do Piauí e ex-deputado estadual. Está em seu terceiro mandato como deputado federal. Foi condenado duas vezes por improbidade administrativa. Em 2018, a Justiça Federal apontou desviou de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2016, foi condenado à suspensão dos direitos políticos por cinco anos e a pagamento de multa de R$ 250 mil, por realizar licitações por falsa emergência e favorecer empresas. Procurada, a assessoria do deputado informou que o deputado estava de licença médica em todas as faltas registradas pela Câmara e foi absolvido pelo TRF da condenação de 2016.
Total de faltas: 36.
Faltas justificadas: 36.
Percentual: 41,68% de ausência.
 4) Giacobo (PL-PR)
Empresário, Giacobo está em seu quinto mandato consecutivo como deputado federal. Foi denunciado em três ações penais no Supremo Tribunal Federal, mas todas prescreveram. Em 2017, o ex-primeiro-secretário da Câmara devia R$ 21 milhões à União. Dívidas são relacionadas a empresas do parlamentar. Segundo a assessoria do deputado, ele faltou muito no semestre para "tratar da saúde".
Total de faltas: 35.
Faltas justificadas: 35.
Percentual: 40,70% de ausência.
5) José Priante (MDB-PA)
Deputado José Priante é um dos mais faltosos
Foto/divulgação: Agencia Câmara
Primo do senador Jader Barbalho (MDB-PA), José Priante é alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal que investiga irregularidades no Departamento Nacional de Produção Mineral do Estado do Pará. Em 2014, recebeu doações de R$ 462.650,00 das mineradoras. Em seu sexto mandato como deputado federal, Priante é o campeão em faltas não justificadas em 2019. Ele diz não estar preocupado com a quantidade de faltas.
Total de faltas: 33.
Faltas justificadas: 3.
Percentual: 38,37% de ausência.
6) Sebastião Oliveira (PL-PE)
Primo do ex-deputado Inocêncio Oliveira (PL-PE), Sebastião Oliveira é médico e está em seu segundo mandato como deputado federal. Foi secretário de Transporte e Pernambuco. Em 2017, Sebastião foi exonerado da Secretaria de Transporte para retornar à Câmara e ajudar a barrar a denúncia de corrupção passiva contra o ex-presidente Michel Temer. Ele alega que o número de faltas ocorreu por problema de saúde. "Porém, (estou) recuperado para um segundo semestre com presença e produção parlamentar", afirma.
Total de faltas: 31.
Faltas justificadas: 16.
Percentual: 36,05% de ausência.
7) João Campos (PRB-GO)
Ex-delegado de polícia, João Campos está em seu quinto mandato consecutivo na Câmara. Foi responsável por apresentar um projeto de decreto legislativo que permitiria que psicólogos “tratassem” a homossexualidade, conhecido como a “cura gay”. Ele é voz atuante da bancada da bala, que luta pela flexibilização do porte de armas. "Passei por uma cirurgia cardíaca. Válvula mitral completamente dilacerada", justifica.
Total de faltas: 31.
Faltas justificadas: 26.
Percentual: 36,05%% de ausência.
8) Misael Varella (PSD-MG)
Misael Varella está em seu segundo mandato como deputado federal. Integrante da bancada da bala, Misael contribui para o regime especial de aposentadoria da Câmara. Ele é filho do ex-deputado Lael Varella, que já respondeu a processo no Supremo Tribunal Federal. Procurada, sua assessoria não retornou até a publicação da reportagem. 
Total de faltas: 31.
Faltas justificadas: 31.
Percentual: 36,05% de ausência.
9) José Airton Félix Cirilo (PT-CE)
José Airton Cirilo é engenheiro civil e advogado. Foi vereador de Aracati e de Fortaleza (CE) e prefeito de Icapuí. Está no quarto mandato como deputado federal. José Airton usou dinheiro da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap) com o pagamento de pacotes especiais de televisão fechada com serviços de campeonatos de futebol por meio do sistema pay-per-view (pague para ver, na tradução literal). Justifica que as faltas se deram por causa de missões oficiais e por “ter ficado adoentado”.
Total de faltas: 30.
Faltas justificadas: 23.
Percentual: 34,88% de ausência.
10) Guilherme Mussi (PP-SP)
Formado em administração de empresas, Guilherme Mussi está em seu terceiro mandato como deputado federal. Não é a primeira vez que o parlamentar aparece na lista dos mais faltosos. Mussi foi casado com Rebeca Abravel, filha de Silvio Santos, e com Luciana Tranchesi, filha de Eliana Tranchesi, dona da marca de luxos Daslu. Procurado, o ex-genro de Silvio Santos não atendeu às ligações do Congresso em Foco.
Total de faltas: 29.
Faltas justificadas: 5.
Percentual: 33,72% de ausência.
11) Arthur Lira (PP-AL)
Empresário, advogado e pecuarista, Arthur Lira está no terceiro mandato de deputado federal. Antes, foi vereador de Maceió e deputado estadual por Alagoas. Filho do ex-senador Benedito de Lira (PP-AL), foi denunciado no Supremo Tribunal Federal (STF) por organização criminosa em processo da Operação Lava Jato, acusado de desvio de dinheiro da Petrobras.
Total de faltas: 29.
Faltas justificadas: 29.
Percentual: 33,72% de ausência.
Saiba mais:

 Fonte: Site Congresso em Foco


16ª Conferência Nacional de Saúde reafirma o SUS como política pública em favor dos desmandos e discute melhorias para o setor. Abertura reuniu cerca de 5 mil pessoas em Brasília

Mesa de abertura do evento - Foto: Conceição Meneses

A 16ª Conferência Nacional de Saúde (8ª+8), considerada o maior evento de participação social do Brasil, iniciou ontem (4) em, Brasília (DF).

Aproximadamente cinco mil pessoas, entre delegados e demais participantes, estão no evento, voltado para debater e deliberar melhorias voltadas ao Sistema Único de Saúde (SUS). As atividades vão até a próxima quarta feira, 7 de agosto.

O município de Santarém está presente no evento com oito representantes, sendo, dois delegados, eleitos pela conferencia estadual de saúde (a presidente do Conselho Municipal de Saúde, Gracivane Moura e o conselheiro Sandro Pacheco), dois representantes, eleitos pelas chamadas conferencias livres (Conceição Menezes e Everaldo Martins) e mais quatro convidados. Também participam alunos e professores da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa).
A cerimônia de abertura da 16ª Conferência Nacional de Saúde (8ª+8), ocorreu neste domingo (4), reunindo milhares de pessoas no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, em Brasília. Entre o público, estavam profissionais de saúde, gestores(as), usuários(as), pesquisadores(as), além de diversos ativistas do Sistema Único de Saúde (SUS). Todos e todas em defesa da maior política social do mundo, o SUS.
Foto/divulgação: Ministério da Saúde
Ao abrir oficialmente o evento, o presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Fernando Pigatto, convocou a plenária para um debate onde a escuta seja exercida e as diferenças políticas sejam respeitadas.
“Nós construímos esta conferência de forma unitária. A representação que hoje está aqui na mesa contribuiu de forma decisiva para este evento. Por isso, temos que celebrar juntos todas as diferenças que existem entre nós. Essa é a verdadeira democracia que pregamos”, afirmou.
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, também esteve presente na mesa de abertura e desejou ao público um evento proveitoso, que seja capaz de tornar o sistema de saúde brasileiro cada vez mais íntegro, equânime e solidário. “Estamos aqui para desejar que esta conferência seja um marco histórico e que façam um bom debate”.
Coordenador adjunto da 16ª Conferência, Ronald Ferreira dos Santos pontuou que a construção do SUS, desde sua concepção na 8ª Conferência, em 1986, é reconhecida mundialmente. “No Cazaquistão, onde mais de 190 países discutiam os 40 anos de Alma-Ata em 2018, todos os cinco continentes colocaram como referência de processo civilizatório o SUS brasileiro. Portanto, o que discutimos aqui é o nosso processo civilizatório”, discursou.
A representante da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS) no Brasil, Socorro Gross, destacou que o tema desta edição, “Democracia e Saúde” “Além de ser um dos maiores, mais complexos e mais invejados sistemas públicos de saúde do mundo, o SUS tem raízes em valores e princípios intrinsecamente ligados ao que representa a democracia: a proteção dos direitos humanos fundamentais”.
Gross disse ainda que o SUS não é apenas uma conquista para o Brasil, mas para todas as Américas. “O SUS é a concretização do direito da população brasileira a ter uma vida melhor, mais justa, mais digna, mais feliz”, afirmou, reiterando que ele é resultado de um importante processo democrático, que reconhece que todas e todos podem realizar o seu direito ao mais alto padrão possível de saúde, como preconiza a OMS.
Willames Freire, presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), afirmou que o SUS é o maior sistema de inclusão social do mundo. “Nosso compromisso é com um sistema de saúde equânime, que atenda todos os brasileiros de forma integral. Nós fazemos saúde pública com paixão, determinação, ousadia e perspicácia, mas, acima de tudo, com batalha, luta e perseverança”.
Sobre a 16ª Conferência
A 16ª Conferência Nacional de Saúde (8ª+8) é organizada pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) e realizada pelo Ministério da Saúde (MS). Considerada o maior espaço de participação social do Brasil, o evento reúne mais de cinco mil pessoas de todo o país para propor melhorias ao Sistema Único de Saúde (SUS), sendo um resgate à 8ª Conferência, realizada em 1986, responsável por definir as bases para construção do SUS na Constituição de 1988.
O relatório final do evento vai gerar subsídios para a elaboração do Plano Plurianual 2020- 2023 e do Plano Nacional de Saúde.
Acompanhe a programação da Conferencia Nacional de Saúde:

Com informações da Ascom CNS e dos delegados de Santarém

Veja outras fotos do evento:



Fotos enviadas por Conceição Meneses

Sead convoca excedentes do concurso C-199 da Susipe

Foto/divulgação: Pará Notícias

A convocação dos candidatos excedentes do concurso C-199 da Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará (Susipe) foi publicada na edição desta segunda-feira (5) do Diário Oficial do Estado (DOE). 


O edital de n°47/2019 - SEAD/SUSIPE, de 02 de agosto de 2019, foi divulgado pela Secretaria de Estado de Administração (Sead) e traz a lista dos candidatos convocados a realizar a matrícula no Curso de Formação Profissional para o cargo de Agente Prisional.

Os candidatos convocados deverão realizar a entrega dos documentos necessários para a matrícula no período de 4 a 13 de setembro, de 8h às 18h, no Instituto de Ensino de Segurança do Pará (IESP), onde funciona a Escola de Administração Penitenciária (EAP), localizado na Rodovia BR-316, Km 13, no município de Marituba.

A relação dos documentos exigidos pode ser consultada no item 2 do edital, que trata dos requisitos para a matrícula no curso de formação. No anexo I é possível consultar a relação com o nome, número de inscrição e classificação dos candidatos aprovados na primeira fase do concurso. Já nos anexos II e III é possível ter acesso aos formulários de requerimento de matrícula.

De acordo com o edital, "o candidato que não apresentar a documentação exigida no ato da matrícula terá sua inscrição no Curso de Formação indeferida e será eliminado do Certame".
Veja a lista:


Fonte:Agencia Pará

sábado, 3 de agosto de 2019

Polícia Militar do Pará adota fardamento com nova cor a partir de 25 de agosto

Foto/divulgação - Internet


A partir do próximo dia 25 de agosto, a Polícia Militar do Pará vai usar seu novo uniforme, na cor azul petróleo. A cor atual, verde folha, será extinta nesta data.

A mudança faz parte do novo Regulamento de Uniformes da PM, aprovado no fim do ano passado, e levou em consideração, principalmente, o resultado de uma pesquisa de opinião interna sobre a cor do uniforme operacional: 95% do efetivo da corporação escolheram a cor azul petróleo. A pesquisa foi realizada no período de 19 de setembro a 22 de outubro de 2018.

 O Comando-Geral da PM ressalta que a mudança da cor do uniforme de instrução não implicará em nenhum custo adicional aos cofres públicos. Todos os policiais militares recebem o auxílio fardamento, previsto na Lei nº 8.435, de 22 de novembro de 2016 – cabos e soldados recebem dois auxílios por ano; subtenentes e sargentos, um a cada ano, e oficiais recebem o auxílio-fardamento nas suas promoções ou a cada quatro anos de permanência no mesmo posto.

Novo uniforme da PM
Segundo o comandante-geral da PM, coronel Dilson Júnior, “o estudo sobre o novo regulamento foi realizado pelo Estado-Maior Geral da corporação, com o objetivo de proporcionar inovações tecnológicas e atender às necessidades de padronização, identidade visual, resgate histórico da instituição bicentenária, conforto, proteção, segurança, melhores condições de trabalho à tropa e durabilidade do novo uniforme operacional da Polícia Militar”, informou o comandante.
Além de descrever todas as peças, de forma geral, e o novo fardamento, o atual Regulamento de Uniformes da Polícia Militar (RUPM) também organiza e disciplina o uso de calçados, insígnias, distintivos, condecorações e acessórios especiais da corporação.
Lei de Cores 
A adoção da cor azul petróleo vem ao encontro do Projeto de Lei que institui as cores oficiais da Polícia Militar do Pará, que adota, tradicionalmente, as cores da Bandeira do Pará na identificação da corporação. Com isso, a força pública é reconhecida ao longo dos anos pelas cores azul, branco e vermelho, as mesmas que representam e identificam o Estado.
“Apresentamos a nova lei ao governo do Estado, a fim de instituir as cores oficiais da Polícia Militar do Pará. O projeto visa, principalmente, valorizar a imagem da instituição e estabelecer a padronização da representação da PM, por meio do resgate das cores tradicionalmente utilizadas pela corporação, que são aquelas contidas no pavilhão estadual”, acrescentou o coronel Dilson Júnior.
A resolução N° 110, que aprovou o novo uniforme, pode ser conferida no link abaixo:

Fonte: Agencia Pará

Ministério do Desenvolvimento Regional fortalece a Rota do Açaí no estado do Pará

Rota do açaí será fortalecida no Pará - Foto/divulgação: MDR

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) avança para fomentar a cadeia produtiva de açaí no Pará. Na próxima semana, técnicos da Pasta vão percorrer duas regiões do estado para realizar oficinas com produtores locais, além de uma visita técnica a uma unidade de capacitação de batedores da fruta na capital Belém.

A primeira parada será em Igarapé Miri (PA), onde acontece a Oficina de Revisão de Planejamento Estratégico do Polo Baixo Tocantins, na segunda-feira (5). A atividade tem como objetivo revisar o diagnóstico territorial e a estratégia de ação da Rota do Açaí no Polo, além de reavaliar a carteira de projetos para a estruturação da açaícultura. Também será elaborado um projeto-piloto a ser priorizado na região.

Na quarta-feira (7), será a vez do município paraense de Breves receber a equipe da Secretaria Nacional de Desenvolvimento Regional e Urbano (SDRU/MDR), onde acontecerá a primeira Oficina de Planejamento Estratégico do Polo do Arquipélago de Marajó.

Durante o encontro, serão discutidas estratégias e ações para a implementação do Polo, a estruturação da cadeia produtiva do açaí na região, será elaborada a carteira de projetos e definido o comitê gestor. Além de palestras e dinâmicas de planejamento, os participantes terão atividades de campo, onde conhecerão as técnicas da açaícultura.

Por fim, na sexta-feira (9), será realizada a visita técnica à Casa do Açaí, em Belém.

São parceiros da iniciativa no Pará a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) e a Secretaria Municipal de Agricultura de Igarapé Miri.

Rotas de Integração 

O programa Rotas de Integração Nacional atua com as redes interligadas de Arranjos Produtivos Locais (APLs) que promovem inovação, diferenciação, competitividade e lucratividade de empreendimentos associados, a partir da coordenação de ações coletivas e iniciativas de agências de fomento. Atuam de acordo com diretrizes da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR) e são parte das estratégias do MDR para a inclusão produtiva e o desenvolvimento de regiões.

Esses empreendimentos promovem a coordenação de ações públicas e privadas em polos selecionados, mediante o compartilhamento de informações e o aproveitamento de sinergias coletivas a fim de propiciar a inovação, a diferenciação, a competitividade e a sustentabilidade das iniciativas associadas, contribuindo, assim, para a inclusão produtiva e o desenvolvimento regional.

Com informações da Ascom/MDR

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Migração AM/FM: Anatel libera mais 28 canais para 13 estados. Consulta pública para receber contribuições do plano básico de FM encerra nesta quinta, 8

Foto/divulgação - internet

O Diário Oficial da União divulgou na última segunda feira (29.07) mais uma consulta pública da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para receber as contribuições para alteração do plano básico de FM em cidades brasileiras. A consulta adapta as outorgas de rádio AM das emissoras que solicitaram a migração para o FM.
Ao todo, 28 canais foram contemplados em 13 estados: Bahia (2), Ceará (4), Espírito Santo (1), Goiás (2), Maranhão (1), Minas Gerais (2), Mato Grosso do Sul (1), Mato Grosso (1), Paraíba (2), Piauí (2), Rio de Janeiro (1), Santa Catarina (1) e São Paulo (8). A capital Campo Grande (MS) e cidades como Blumenau (SC) e de regiões importantes de São Paulo, como Indaiatuba, Bauru, Jaboticabal, Barretos e Registro estão na lista.
As sugestões devem ser devidamente identificadas e encaminhadas por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no site da Anatel - www.anatel.gov.br - até próxima quinta-feira (8).
Até o momento, dos cerca de 1.680 pedidos de migração do AM para o FM, a Anatel já liberou mais de 1,2 mil canais sem a necessidade da faixa estendida.
Foto ilustrativa - site Loucos por radio
A migração teve como objetivo o fortalecimento do setor de radiodifusão e das pequenas emissoras de rádio em OM, prejudicadas pelo abandono dos ouvintes diante o aumento das interferências e ruídos, especialmente nas áreas urbanas.
De acordo com a Associação Brasileira de Emissoras de Radio e Televisão -  Abert, a mudança de serviço possibilitou uma melhor qualidade de áudio e transmissão, além de viabilizar a veiculação da programação no celular, com o imediato incremento de audiência e faturamento. 


 HISTÓRIA DA MIGRAÇÃO

- Em maio de 2010, a Agência Nacional de Telecomunicações publicou um estudo sobre a viabilidade técnica da migração do rádio AM para a faixa de FM, usando os canais 5 e 6 de televisão em Santa Catarina;

- Em junho de 2011, membros do Conselho de Rádio da ABERT e presidentes das associações estaduais de radiodifusão fecharam questão sobre a mudança, com a destinação desses canais para o rádio AM em todo o país;

- O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, anunciou em junho de 2012, durante o 26º Congresso Brasileiro de Radiodifusão, decisão do governo de proceder os estudos para a migração do rádio AM;

- No início de 2013, o Conselho de Rádio da ABERT e as associações estaduais de radiodifusão discutiram premissas da mudança de faixa;

- O texto foi remetido em setembro de 2013 para a análise técnica da Casa Civil;

- Em outubro de 2013, durante a 43º Assembleia da Associação Internacional de Radiodifusão, realizada no Rio de Janeiro, o Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, confirmou a data para assinatura do decreto;

- A presidente Dilma Rousseff assinou o decreto da migração em 7 de novembro de 2013, Dia do Radialista, durante cerimônia no Palácio do Planalto; (Decreto nº 8.139/13)

- No dia 12 de março de 2014, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, assinou portaria que regulamentou a migração do rádio AM para a faixa de FM; (Portaria nº 127);

- No dia 25 de agosto de 2014, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, assinou as primeiras autorizações para a migração do rádio;

- Em outubro de 2015, na abertura do 27º Congresso Brasileiro de Radiodifusão, o ministro das Comunicações, André Figueiredo, afirmou que a definição dos valores da migração seria a prioridade do seu mandato;

- No dia 24 de novembro de 2015, o ministro das Comunicações, André Figueiredo, assinou a Portaria nº 6.467 que definiu os preços da migração do rádio AM para o FM; (Portaria);

- Em 23 de maio de 2017, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações regulamenta a forma de devolução do canal de OM à União; (Portaria nº 2.771/17) e

- No dia 25 de janeiro de 2018, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, no exercício do cargo de Presidente da República pela ausência do presidente Michel Temer, assinou Decreto que abriu novo prazo de 180 dias para que as emissoras remanescentes apresentassem o pedido de migração do serviço de rádio AM para o FM. (Decreto 9.270/18).
 
Estudio de radio - Foto: Sindiradio.org.br

Fonte: ABERT - Associação Brasileira de Emissora de Rádio e TV 

Tecnologia inovadora: TecBan lança o Saque Digital, que permite uso de celular para sacar dinheiro


Além de simplificar e otimizar a circulação do dinheiro, a solução incluirá pessoas sem conta em banco
Nova tecnologia usará o QR Code - Foto/divulgação: TecBan
 A TecBan, gestora do Banco24Horas, lança o Saque Digital, tecnologia que permitirá sacar pelo celular. Até o final do ano, a plataforma viabilizará envio instantâneo de dinheiro a qualquer pessoa, mesmo que não bancarizada.



Além da inovação do saque pelo celular sem a necessidade do uso de um cartão ou biometria, a nova tecnologia abre caminho para que as pessoas sem conta em banco tenham mais facilmente acesso ao dinheiro. Entre os benefícios, a solução otimiza a circulação do dinheiro e facilita a maneira como as pessoas físicas e jurídicas movimentam e usam os seus recursos.

A SafraWallet, plataforma do Banco Safra que funciona como uma carteira digital, será o primeiro a oferecer a tecnologia em todo Brasil. Seus usuários terão os mais de 23 mil caixas eletrônicos do Banco24Horas a sua disposição.

Por meio de um aplicativo, o cliente vai selecionar a opção “Saque Digital” e informar o valor desejado. Posteriormente, ele deve ir a um caixa eletrônico do Banco24Horas, selecionar a opção Saque Digital na tela, fazer a leitura do QR Code pelo app e o dinheiro será liberado.

Saque digital - Foto/divulgação: TecBan
“Estamos qualificando a experiência do usuário para os clientes das instituições financeiras que integram o Banco24Horas. O Saque Digital vai facilitar o saque de dinheiro e abrir caminho para novas funcionalidades que proporcionem ainda mais acesso da população aos serviços oferecidos nos caixas eletrônicos”, afirma Tiago Aguiar, head de novas plataformas da TecBan. “O Banco24Horas tem o propósito de promover a inclusão financeira da população por meio de soluções eficientes e seguras que conectem ainda mais as pessoas aos seus recursos”, conclui.

A TecBan já está trabalhando com outras instituições que neste ano também oferecerão o Saque Digital a seus clientes. A solução foi desenvolvida para ser facilmente implementada pelas mais de 40 instituições financeiras que fazem parte do Banco24Horas.

Por meio do Banco24Horas, a TecBan é a 2ª maior rede independente no mundo em volume de saques e 4ª maior do mundo em número de caixas eletrônicos. Cerca de 135 milhões de brasileiros acessam o Banco24Horas, que gerou em 2018 cerca de 2 bilhões de transações nos mais de 23 mil caixas eletrônicos espalhados por 700 cidades de todos os estados do país. São mais de 10 milhões de pessoas usando os caixas eletrônicos todos os dias.

Sobre a TecBan

Há 36 anos no mercado, a TecBan (Tecnologia Bancária S.A.) é especializada na gestão de autoatendimento e compartilhamento bancários. A empresa atua como rede externa das instituições financeiras, sendo reconhecida por suas soluções inovadoras, seguras, escaláveis e com investimentos relevantes no país. Nos últimos cinco anos, a companhia investiu mais de R$ 2,2 bilhões.

Com o objetivo de atender as constantes evoluções do mercado e as necessidades dos bancos, estabelecimentos comerciais e consumidores, a TecBan oferece um portfólio completo por meio dos seus negócios: Banco24Horas, Banco24Horas Exclusivo, Mídia Banco24Horas, ATMManager, +Varejo Banco24Horas, Compartilhamento de Redes, Saque Digital, Switch Interbancário BlockChain, Branch Transformation, Gestão do Ciclo do Dinheiro, OpenBanking, garantindo a desafiadora integração do físico com o digital.


Fonte: Ascom TecBan

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Edital seleciona mediadores e conciliadores voluntários para atuarem no judiciário, em Santarém. O prazo encerra nesta sexta, 02

Foto/divulgação: TJPA/NUPEMEC


Encerra nesta sexta feira, 02 de agosto, o prazo para os interessados em se inscrever no edital que irá selecionar pessoas interessadas em compor o Cadastro de Mediadores e Conciliadores Judiciais. Os selecionados  irão atuar nos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania, o CEJUSC, da Comarca de Santarém.

A seleção é promovida pela Escola Judicial do Poder Judiciário do Pará (EJPA) em conjunto com o Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução Conflitos (NUPEMEC).

O edital foi lançado no último dia 30 de julho, no Diário Oficial do Estado. As inscrições iniciaram no dia seguinte ao lançamento e encerram nesta sexta, dia 02 de agosto.

Os selecionados passarão por um curso de formação de Mediadores Judiciais do TJPA, com vistas a formar novos mediadores para atuarem no CEJUSC da Comarca de Santarém, nos moldes da Resolução n° 125/2010 do Conselho Nacional de Justiça, combinado com as emendas n° 01 e 02 do CNJ, em consonância com as normas aplicadas pelo Novo CPC/2015 e a Lei 13.140/2015.

O Cejusc é um centro de conciliação e mediação de conflitos do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, que funciona no Fórum da Comarca de Santarém, de segunda a sexta feira, de 8h00 às 14h00.

Pelo órgão, são atendidas diversas demandas como, de família: divórcio, alimentos, guarda, reconhecimento voluntário de paternidade, demandas de cobrança.

De acordo com Alice Siqueira, servidora do Cejusc, “o mediador atua como facilitador entre as partes que estão em um líder processual, ele não julga, não propõe, não aconselha ou orienta, somente media a conversa”.

Para ser mediador, um dos critérios é ter graduação há pelo menos dois anos, disponibilidade de horário para realizar as mediações, dentre outros requisitos de praxe em concurso. O curso de formação de Mediadores Judiciais do TJPA é certificado pelo Conselho Nacional de Justiça - CNJ.

Conforme o edital, será realizada uma entrevista com os candidatos, de 06 a 09 de agosto, nos turnos da manhã e tarde. Na sequência, inicia a parte teórica do curso, com duração de uma semana, de 19 a 23 de agosto, também pela manhã e tarde.

Concluída a parte teórica, os mediadores darão inicio à parte pratica, ou seja, passam a exercer o papel de mediador.

Outras informações estão no edital.


Fonte: TJPA 
Colaboração: Alice Siqueira e J. Ninos

Caso hackers atropela apuração de uso eleitoral do WhatsApp: 'Muito lento'

Foto/divulgação: site Uol


A apuração da Policia Federal (PF) e do Ministério Publico (MP) sobre uso ilegal de WhatsApp nas eleições de 2018 patina, segundo relatos dos próprios investigadores. 

Na investigação sobre as campanhas do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e do ex-candidato Fernando Haddad (PT), nenhuma busca ou quebra de sigilo foi solicitada pelas autoridades ou autorizada pela justiça num inquérito eleitoral aberto há mais de oito meses.

Saiba mais em:




Com informações do site Uol

Aberta chamada para envio de Projetos do Fundo de Defesa de Direitos Difusos

Foto/divulgação:(Ministério da Justiça e Segurança Pública)

O Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) abriu processo seletivo para a escolha de projetos que visem à reparação de danos ao consumidor, meio ambiente, patrimônio e outros. Publicado na segunda-feira (29) no Diário Oficial da União, o processo seletivo destina-se às instituições estaduais e municipais. 


O Fundo é gerido por um Conselho Federal Gestor, composto por representantes do governo federal, Ministério Público Federal (MPF) e sociedade civil.

Os recursos são aplicados em projetos de diferentes eixos temáticos: promoção da recuperação, conservação e preservação do meio ambiente; proteção e defesa do consumidor; promoção e defesa da concorrência; patrimônio cultural brasileiro e outros direitos difusos e coletivos.

O FDD tem na conta R$ 714 milhões para financiar os projetos até o final de 2019. Mais de 80% desse montante são oriundos de multas aplicadas em ações do Conselho Administrativo de Defesa do Econômica (Cade).

O período para envio de propostas ficará aberto durante 30 dias. Mais informações estão disponíveis no Diário Oficial da União e na página do fundo.



Sobre o FDD - O FDD é um fundo de natureza contábil, vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. Foi criado em 1988 para gerir os recursos procedentes das multas e condenações judiciais e danos ao consumidor, entre outros.

Esses recursos são utilizados para financiar projetos de órgãos públicos e entidades civis que visem a reparação dos danos causados ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico, paisagístico, por infração à ordem econômica e a outros interesses difusos e coletivos.


(Reprodução do site do Ministério da Justiça e Segurança Pública, com adaptações)



Fonte: Ascom MPF/Pa

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